domingo, 5 de outubro de 2008

Sistema Century 21® chega à Albânia

Marca mais poderosa do setor imobiliário continua a se expandir.

São Paulo- A Century 21 Real Estate LLC, franqueadora da maior marca imobiliária do mundo, anunciou sua expansão internacional com a assinatura de contrato para abrir franquias Century 21® na Albânia. Em setembro deste ano, a CENTURY 21 Albânia iniciou suas operações nas cidades de Tirane e Durress.

“Estamos animados em dar as boas-vindas aos nossos parceiros da Albânia, uma vez que o crescimento internacional continua a ser uma ferramenta chave para a expansão do Sistema Century 21”, explica Tom Kunz, presidente e CEO da Century 21 Real Estate LLC. Já o presidente da CENTURY 21 Brasil, Roberto Menescal, acredita que o desenvolvimento de novas regiões do globo será muito útil, inclusive, para o estabelecimento de parcerias futuras.
“Trazer a Marca Century 21 para o país é um acontecimento excitante para mim e nosso time”, declara Besnick Dudaj, CEO da CENTURY 21 Albânia. "Estamos honrados em ter acesso a todos os recursos de qualidade que a Century 21 oferece para ajudarmos os clientes a realizarem o sonho de possuir uma casa”.

Perfil da Century 21 - A Century 21 é a maior franquia imobiliária do mundo. Atualmente, o Sistema conta com mais de 8.800 imobiliárias franqueadas, presentes em mais de 60 países; todas jurídica e financeiramente independentes. Todas as franquias estão interconectadas internacionalmente, multiplicando sua carteira de produtos, permitindo parcerias em comissões e aumentando as oportunidades de vendas.

Com mais de 145.000 corretores associados, o Sistema Century 21® facilita a aquisição, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais em qualquer ponto do globo. Desde a sua criação, a Century 21 é reconhecida por seu sistema operacional que prima pela credibilidade, profissionalismo e a cooperação, visando promover a fidelização de clientes.

Do portal /www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=54939

sábado, 4 de outubro de 2008

Velocidade de venda de imóveis reflete aquecimento do setor

( Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil - Comunique-se - ) Maior poder de compra do consumidor favorece a liquidação rápida das ofertas disponíveis no mercado.

A taxa de velocidade de vendas de imóveis, medida mensalmente pelo Sinduscon-RS (Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul), comprova a percepção das imobiliárias para o aumento do poder de compra da classe média no segmento. A demanda de imóveis disponíveis no mercado para compra em relação ao número de unidades ofertadas segue aumentando em Porto Alegre. Para o proprietário, a venda acontece cada vez mais rápido. Já para o comprador, a agilidade na escolha acaba sendo imprescindível para o negócio.

De 2007 para cá, o número de contratos assinados dobrou. A recente pesquisa divulgada pelo Sinduscon-RS mostra que nos últimos 12 meses a velocidade das vendas de imóveis na Capital atingiu a média de 15,89% até julho, um aumento de 98,63% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para o Gerente de Vendas da imobiliária Auxiliadora Predial, Sílvio César Gomes, os números positivos são reflexos do crédito imobiliário facilitado ao consumidor, acompanhado de melhores condições de financiamento disponíveis em todo o país. As oportunidades de emprego geradas no segmento da construção civil também são favorecidas, atingindo 10% de crescimento nos últimos seis meses.

"A liquidez dos imóveis e sua velocidade de venda é facilmente percebida nas imobiliárias. Basta analisar o tempo de exposição das ofertas nos canais de comunicação, como sites e classificados. A brevidade nas negociações está maior a cada dia", observa Silvio.

O especialista da Auxiliadora Predial diz que com exceção do período de veraneio, a tendência é de que a taxa siga aumentando. "Para quem coloca a propriedade para venda é muito bom", completa.

Com o aquecimento do mercado, os imóveis ficam poucos meses em oferta e, embora o consumidor tenha que pesquisar com cautela a qualidade do bem e o seu preço, a agilidade para não perder a negociação é importante. "Num piscar de olhos o candidato pode perder o imóvel para outra pessoa. Isso é bastante comum hoje", lembra.

O crescimento da comercialização acontece com todos tipos de unidades para habitação, com destaque para os apartamentos de dois dormitórios. "Em Porto Alegre, esse imóvel atinge um público com renda familiar em torno dos R$ 2.500,00, que há pouco tempo não comprava com tanta facilidade", completa Sílvio.


Pauta postada em: 11/09/2008 16:39 do site www.comuniquese.com.br 

CENTURY 21 BRASIL RECEBE NOVOS FUNCIONÁRIOS

A CENTURY 21 Brasil cresceu: nesta semana, foram contratados um Designer e uma Consultora de Treinamento. David Mota e Luciana de Lima são os mais novos funcionários da empresa a se unirem a um Sistema que cresce continuamente. A partir de agora, David será um dos responsáveis pela programação visual da Marca enquanto Luciana oferecerá suporte aos novos franqueados e agentes.


Do E-zine da empresa

Brasileiro melhor e chega mais preparado ao mercado

O brasileiro encontrou mais emprego e está chegando mais preparado ao mercado de trabalho. Os trabalhadores com carteira assinada já somam 81,4 milhões, um aumento de 2,1% que faz parte da relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado nesta terça-feira (30/9). É a segunda análise dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra inclusive crescimento de 3,2% na remuneração do trabalhador em relação a 2006, embora os R$ 960 fiquem ainda bem abaixo dos R$ 1.101 de 1997.

 

As contratações com carteira assinada ultrapassaram os números estimados do mercado informal, totalizando 51,1% dos trabalhadores empregados. O número ainda está longe dos ideais 75%, mas vem mantendo a seqüência de diminuição observada nos últimos três anos. Somando a expansão nas duas frentes, o nível de ocupação chegou a quase 91 milhões de trabalhadores em 2007.

 

Embora a crise financeira mundial ameace os índices de crescimento brasileiro, até agora os dados apresentam um cenário positivo. O país deve crescer em menor ritmo, mas com possibilidades de manter a tendência de mais empregos. "A crise está se mostrando mais forte do que se esperava”, diz a professora da faculdade de Economia da Universidade São Paulo, Maria Cristina Cacciamali. “Mas se China e outros países redirecionarem suas exportações para o mercado interno, em vez de reduzir a produção com a provável redução das compras dos EUA e países europeus, a crise deve atingir com menor força países emergentes, como o Brasil", afirma Maria Cristina.

 

No mais recente levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível de emprego mantinha seu ritmo de crescimento pelo 32o mês consecutivo, registrando um aumento de 4,4% nos setes primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2007. As contratações seguem na esteira dos bons resultados da economia: no primeiro semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 6%, um recorde histórico.

 

Para a estudiosa do trabalho e de políticas públicas, os dados positivos do Pnad podem ser celebrados, mas precisam ser entendidos dentro do momento que estamos vivendo. "Ao longo dos próximos cinco a sete anos vamos presenciar mudanças muito profundas na divisão e estruturação do trabalho que terá um impacto no país". Vai ajudar, porém, o fato que o trabalhador brasileiro já chega mais preparado ao mercado. No ano passado, o IBGE apontou que 41% dos trabalhadores empregados possuíam 11 ou mais anos de estudo. Em 2001, o percentual não passava de 30%. Na outra ponta, 16% dos trabalhadores têm até três anos de estudo.

 

Fila não anda

 

Na contramão, o maior número de oportunidades do mercado trabalho e a economia aquecida acabam atraindo jovens ainda em idade escolar, que trocam a sala de aula pela chance de fazer dinheiro. Segundo o IBGE, 2,5 milhões de crianças de 5 a 15 anos trabalham, a maioria no mercado informal. Desses, 20 mil não estudam, apenas trabalham. Pior: mais de 62 mil nem estudam e nem trabalham.

 

Apesar das políticas governamentais, a redução nos índices de trabalho infantil não foi significativa. Já evoluiu na interação da família de que a criança bem escolarizada tem mais chances de contribuir na renda daquela casa no futuro, mas não é tão eficiente para jovens de 15 a 19 anos. "Se a família não tem capacidade de satisfazer as necessidades do jovem, ele vai largar o estudo para trabalhar e prover essas necessidades", diz Maria Cristina. "Se esse jovem achar que vai aprender mais na rua, ele vai para a rua. É preciso que a escola continue oferecendo conhecimento e criando expectativas positivas em relação ao futuro."

 

Mais fiscalização

 

A análise anterior do Pnad mostrou que o brasileiro está vivendo mais tempo e, conseqüentemente, dependerá por mais anos da Previdência. Nesse cenário, a preocupação com a possível interrupção no crescimento brasileiro é ampliada porque os números mostram que a recuperação iniciada em 2001 ainda não conseguiu suplantar os péssimos resultados dos anos 90.

 

O número de contribuintes era de 51,8% em 1987 e caiu até atingir 45,1% em dez anos. A reação começou em 2001 e chegou a 51,2% no ano passado. O ideal seria que 75% da força de trabalho estivessem empregados e contribuindo para a Previdência, diminuindo o abismo que é mais acentuado nas regiões Nordeste e Norte do país.

 

Hoje o setor terciário é um dos grandes responsáveis pela reação do mercado. Também é um dos mais difíceis de fiscalizar. "Depois dos anos 90 criou-se a mentalidade de que ter um emprego, ainda que em condições avessas à lei, sem carteira, era melhor do que nenhum emprego", diz a professora da USP. O governo acabou fechando os olhos para as práticas paralelas do mercado e a informalidade disparou. "Agora está na hora de sanear as práticas de mercado, algo que seria positivo para todos. E o único modo de fazer isso é fiscalizar mais as empresas."

 

Dados do IBGE, analisados pelo Ipea, mostram que salário e o número de postos de trabalho cresceram no ano passado

Por Soraia Yoshida

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Governo vai ampliar financiamento habitacional


Brasília - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, afirma que o governo vai anunciar, em breve, novas medidas para facilitar mais o financiamento imobiliário. Isso porque, segundo ele, “ainda tem muita gente que não pode financiar um imóvel”.

O Brasil, destacou o ministro, tem um sistema imobiliário “completamente diferente” do norte-americano, onde começou a crise financeira que se espalha pelo mundo. Ele disse que os bancos brasileiros “têm muita capacidade de investir e de financiar”, além de existir demanda.

O que precisamos, disse ele, é compatibilizar os juros, as prestações e condições de financiamento com a renda das pessoas. “Em especial das famílias de menor poder aquisitivo”. Paulo Bernardo afirmou que o governo quer ampliar o acesso e não vê nenhum problema com o crescimento de crédito imobiliário no país.

Muito pelo contrário, acrescentou o ministro. De acordo com ele, o financiamento imobiliário no Brasil tem crescido “de forma sustentável, saudável”, e está alimentando a indústria de material de construção. “É uma coisa positiva, que tem que ser mantida”, enfatizou. O mercado imobiliário brasileiro “não tem nenhum tipo de problema”, segundo Paulo Bernardo.

“O que aconteceu no mercado americano foi que primeiro os imóveis se valorizaram excessivamente. Depois houve um movimento muito grande para financiar e refinanciar. Então, quando veio o problema, verificou-se que o sistema estava todo bichado”.

No Brasil, o setor funciona de forma diferente, com foco maior nos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que têm regras próprias para a concessão de créditos para a aquisição de imóveis.

Por causa disso e em razão da grande demanda por casa própria, o aumento dos níveis de empregos e da renda familiar estimulou a recuperação do mercado de imóveis, com crescimento constante nos últimos quatro anos, de acordo com relatório da Companhia Brasileira da Indústria de Construção (CBIC).

A expansão tem-se verificado de forma mais forte ainda neste ano, com ritmo de contratações acima das expectativas dos agentes financeiros. Números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o setor cresceu 92,5%, de janeiro a agosto, em relação a igual período do ano passado.

Nesses oito meses, as operações com dinheiro das cadernetas de poupança para financiar 197.820 moradias somaram R$ 19,876 bilhões. A expectativa da Abecip é de que o volume de recursos chegue a R$ 30 bilhões no final do ano, e o número de unidades financiadas alcance 300 mil, superando o recorde de 1981, quando foram financiados 267 mil imóveis.

Computados, porém, os financiamentos da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS, o número de moradias financiadas ultrapassa 336 mil unidades até agora, com destaque para o crescimento de aquisições pelas populações de menor renda. Estatística da Caixa constatou que a faixa de renda familiar até cinco salários mínimos responde por quase metade (48%) das operações de crédito imobiliário. A Caixa deve divulgar os números de setembro na próxima semana.



Stênio Ribeiro 
Repórter da Agência Brasil 

 

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Novas regras para atendimento telefônico ativo e receptivo podem acabar com setor?

Estou vendo o governo estabelecer novas regras para o atendimento telefônico receptivo com o objetivo de aperfeiçoar o serviço e garantir mais satisfação ao cliente nas suas solicitações. Em paralelo, há uma proposta de criar um cadastro com os consumidores que não querem receber ligações de telemarketing para proibir empresas de ligarem para essas pessoas já é adotada em alguns lugares do Brasil, como o Distrito Federal, e em breve deve entrar em vigor no estado de São Paulo.

As questões que surgem são: E como fica o setor de call-center? Será que o serviço vai melhorar mesmo? Ou vai ser quase extinto?Vejamos a primeira situação. No dia 31 de julho deste ano, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou o decreto 6.523 que traz mudanças nas regras no setor de call-center, o que faz com que as empresas se atentem aos serviços prestados em relação ao relacionamento com os clientes. As questões estão sendo debatidas desde fevereiro último e agora as empresas começam a se preocupar em atender todas essas exigências no tempo determinado, que encerra no dia 1º de dezembro.

É um fato o problema dos call-centers: a dificuldade em se obter uma solução através do telefone ou mesmo cancelar um serviço. Sempre é a mesma coisa, o atendimento eletrônico, também conhecido como Unidade de Resposta Audível (URA), atende, cita as opções para que disque o que se quer, depois você aguarda por longos minutos para ser atendido e ainda pode acontecer de você ser transferido inúmeras vezes para outros atendentes sem ter a sua questão solucionada.

Para minimizar essa queixa generalizada, o governo está instituindo essas novas regras. As principais delas são: no menu a opção falar com os atendentes deverá vir logo no começo e cancelar também; a ligação só poderá ser transferida apenas uma vez; as chamadas deverão ser gratuitas; o serviço tem que estar disponível 24 horas e sete dias por semana; e a resolução de um problema deve ocorrer em até cinco dias. Caso essas medidas não sejam implantadas, as empresas poderão ser multadas pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) em valores que chegam a atingir R$ 3 milhões.Call-center ativo.

Agora analisemos a questão da proibição de ligações para os números que não desejam ser importunados. Desde o dia 13 de agosto, no Distrito Federal, quem não quer receber ligações de vendas de produtos pode pedir a inclusão no seu nome num cadastro de bloqueio chamado "Não importune".

No estado de São Paulo, já está em apreciação do governador uma lei semelhante, com o nome de "Não perturbe". Isso é um projeto de lei do deputado Jorge Caruso (PMDB) que quer implantar isso em todo o país e as empresas que não cumprirem a determinação serão obrigadas pelo Procon a pagar multa de até R$ 10 mil por cliente. Fim do call-center?Acredito que com as novas regras o atendimento telefônico receptivo fique mais ágil, mas isso não estabelece melhorias de qualidade no relacionamento com o cliente ou na satisfação do produto ou serviço.

A premissa básica é que as empresas busquem melhorar o seu trabalho para garantir a fidelidade dos clientes, mas com essas novas regras não deverá ter mais preocupação. Isso porque a qualquer momento o cliente pode cancelar facilmente o serviço, por exemplo. Outra coisa: a exigência do atendimento 24 horas nos 7 dias deve gerar contratação de mão-de-obra desqualificada apenas para cumprir uma obrigatoriedade. E a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) divulgou que apóia as medidas para melhorar a qualidade das centrais de atendimento, mas afirmou que as regras criadas vão elevar os custos deste tipo de serviço, obrigando as empresas a repassar investimentos para os consumidores, além de reduzir o salário de quem trabalha em centrais de atendimento e, eventualmente, também o número de empregos disponíveisJá na segunda questão, fica claro que isso pode acabar com o trabalho nos call-centers ativos. Ou seja, acredito que com isso, um grande número de pessoas entre na lista e, conseqüentemente, serão demitidos inúmeros profissionais dessa área por não terem mais trabalho.

Segundo um estudo realizado pela Abrarec e E-consulting, em 2006, mostrou que as centrais de contact center empregavam direta e indiretamente cerca de um milhão de pessoas. Vale a pena uma reflexão aí, não acha? Até a próxima!

* Wagner Matheus – Diretor Geral da TRD Marketing Solutions, empresa brasileira especializada em Marketing Direto.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Marketing Imobiliário Tecnisa


O Novo Marketing do Imobiliário - Tecnisa

From: tecnisa, 1 day ago





Apresentação dada no Secovi pel a Tecnisa a respeito das ações de marketing realizadas pela empresa na Internet


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